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Geovani P.Cruz
Florânia, Rio Grande do Norte, Brazil
Formado em Pedagogia pela UVA, professor da rede municipal de ensino, agricultor e vereador.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

CORPO & SAÚDE: 10 maneiras de prevenir e controlar a hipertensão


Novos dados indicam que a doença atinge 23,3% dos brasileiros



Segundo o Ministério da Saúde, quase um quarto da população brasileira sofre com a doença crônica (23,3%). Esse dado diminuiu em relação ao ano passado (24,4%), mais ainda representa um aumento se comparado aos últimos cinco anos, já que em 2006 a proporção era de 21,6%. 
A pesquisa, feita com 54.339 adultos, faz parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e revela que o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres - 25,5% - do que em homens - 20,7%. A prevalência da doença também aumenta com a idade, afetando mais de 50% das pessoas com 55 anos ou mais. 

A hipertensão, conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que não tem cura, mas pode ser controlada. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. Além disso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal", explica o cardiologista Enéas Rocco. Essa doença pode desencadear males que envolvem o sistema circulatório, desde um infarto até um derrame cerebral. Entretanto, há hábitos de vida que implicam em pequenas mudanças que estão totalmente ao alcance e podem blindar seu organismo. Confira 10 dicas para afastar essa doença silenciosa.
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
  • Pressão arterial - Foto: Getty Images
 
 
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Pressão arterial - Foto: Getty Images
Um hábito prático e saudável: para afastar o perigo da hipertensão, aposte nas caminhadas. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. Atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Reduza (não elimine) o sal: o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva. Além disso, hoje existe uma boa substituição: o sal diet pode ser útil na dieta do hipertenso, substituindo parte do cloreto de sódio pelo cloreto de potássio - e nisso, ele é duplamente benéfico, por reduzir o sódio e por adicionar potássio, sendo esse último um elemento muito importante na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Além dos cuidados em relação ao consumo de sal, quem já apresenta a hipertensão deve seguir uma dieta balanceada, privilegiando frutas e verduras, carne magra, laticínios desnatados, grãos e cereais.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Perdendo medidas: pesquisadores do Instituto de Nutrição da UFRJ descobriram que um mal, muitas vezes esquecido, tem grande influência na hipertensão: o acúmulo de gordura na cintura. O indicador é sinal de alerta quando as medidas ultrapassam 102cm para os homens e 88cm nas mulheres, pois essa gordura abdominal duplica as chances de hipertensão, infarto e diabetes. Para reduzir os alimentos gordurosos na alimentação vale incluir frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros como filé mignon e músculo.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Beba com moderação: a redução da ingestão de álcool também auxilia o controle da pressão arterial, porém não é necessária a abstinência. Para não passar da conta, a recomendação é a seguinte: a ingestão de bebida alcoólica deve ser limitada a 30g álcool/dia contidas em 600 ml de cerveja (5% de álcool) ou 250 ml de vinho (12% de álcool) ou 60ml de destilados (whisky, vodka, aguardente com 50% de álcool). Este limite deve ser reduzido à metade para homens de baixo peso, mulheres e indivíduos com sobrepeso e/ou triglicérides elevados.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Apague o cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente, além de comprometer toda a sua saúde a longo prazo. "Parar de fumar é fundamental", alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa. Isso ocorre porque a nicotina do cigarro aumenta a pressão arterial - o que não significa que fumar cigarros com baixos teores de nicotina diminua consideravelmente o risco de doenças cardíacas.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Conte até dez: o estresse aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, desencadeando a hipertensão e doenças do coração. Uma das doenças relacionadas à estafa, ou seja, a doença mais conhecida como fadiga, que causa dores musculares e cansaço físico ocasionados principalmente pela combinação entre desgaste excessivo (sem respeitar um tempo de descanso e recuperação) e pela má alimentação. Nestes casos, o tratamento é uma mudança radical na rotina e na alimentação. As dicas dos especialistas são controlar s emoções e procurar incluir atividades relaxantes na sua rotina.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Vitamina D sempre: um estudo realizado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, revelou que 20% dos casos de hipertensão em mulheres estão associados ao descontrole dos níveis da pressão arterial em decorrência da falta de vitamina D no organismo. A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como a manteiga, gema de ovo, fígado, entre outros, mas sua principal fonte de absorção é a luz solar. Com a falta da vitamina, o organismo feminino faz um esforço três vezes maior para manter seu equilíbrio circulatório e acaba sobrecarregando algumas funções como a irrigação das artérias, o que gera um aumento na pressão e desconfortos, como tontura e transpiração excessiva.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Monitore seu coração: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz. No mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem medir a pressão arterial. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios. Quem já possui a doença deve ir medi-la a cada mês e ir ao médico a cada seis meses para verificar a medicação que está tomando.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Benefícios adicionais do sexo: um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa contou com a colaboração de três mil homens de 45 a 59 anos de idade. De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão subsequente é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos.
Pressão arterial - Foto: Getty Images
Tire as crianças da frente de TV: crianças que passam muito tempo em frente à televisão têm mais chances de apresentar elevação da pressão arterial independentemente do seu nível de gordura corporal ou peso, de acordo com um estudo publicado na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. A pesquisa analisou a relação entre a pressão arterial das crianças e sua escolha de passatempos passivos, como assistir à TV, usar o computador e ler. De acordo com os pesquisadores, ver TV é mais nocivo do que jogar vídeo-game, por exemplo, porque a ação de jogar demanda o mínimo de movimentos da criança. Enquanto a TV, além de estimular o comportamento passivo, normalmente vem associada ao consumo de guloseimas, como salgadinhos e biscoitos, cheios de sal e gordura, que também contribuem para o aumento da pressão.

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Infarto: saiba como e por que o coração para de funcionar



Sedentarismo, maus hábitos alimentares e estresse contribuem para o problema



Estar acima do peso, levar uma rotina estressante, fumar, não praticar exercícios e ter maus hábitos alimentares são fatores determinates para desencadear o mais popular e perigoso problema de saúde do Brasil: o infarto do miocárdio, ou, como é conhecido popularmente, o ataque cardíaco. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país registra uma média anual de 70 mil mortes por infarto. O alto índice de óbitos não e restrito aos brasileiros. O problema é de escala mundial e atinge até mesmo pessoas que mantém uma rotina saudável. 

O que acontece no coração 

O ataque cardíaco é, basicamente, a morte do coração. O músculo cardíaco para de receber sangue - que leva oxigênio e nutrientes aos tecidos do órgão - e a falta de irrigação, consequência do entupimento das artérias coronárias, faz com que ele pare de funcionar. 
Infarto: saiba como e por que o coração para de funcionar
O processo que desencadeia o problema é relativamente lento e pode levar anos. "Embora ele seja súbito, o excesso de colesterol, ou seja, a gordura, vai se acumulando ao longo dos anos nas paredes internas das artérias até interromper totalmente o fluxo de sangue", explica o cardiologista Maurício Wajngarten. 

De acordo com o especialista, o sangue passa a fluir devagar devido ao engrossamento das tais placas de gordura (ateromas) nas artérias. Com isso, o coração passa a ser menos irrigado e sinaliza isto sob a forma de uma intensa dor, chamada angina. "Nas pessoas que já têm uma predisposição genética, ou que apresentam um ou mais fatores de risco, como hipertensão ou diabetes, este processo é muito mais intenso", diz o cardiologista.  
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No passo seguinte o ateroma se quebra para cobrir a ferida, o que faz com que as plaquetas se unam para formar um coágulo de sangue (trombo) até aparecer o responsável pela total obserução da artéria: um coágulo que impede que o sangue passe e, preso, ele deixa de irrigar o miocárdio. A duração deste processo todo leva apenas alguns minutos. No entanto, se ultrapassar 20 minutos, o dano pode ser irreversível. "A gravidade de um infarto depende muito do tamanho da área atingida do coração. Se o bloqueio for em uma das principais artérias, é necessário que o atendimento médico seja urgente. Caso contrário, é morte certa", alerta Wajngarten. 

Os sintomas de que um infarto está prestes a acontecer nem sempre são evidentes: além da dor ou pressão no peito, pode haver falta de ar, dores nos braços, pescoço, ombros e costas, enjoos e até mesmo um desmaio. No entanto, algumas pessoas passam pela experiência sem sentir absolutamente nada. 



Tratamentos e prevenção

Nem todo infarto é fatal e existem formas de tratamento para quem já passou pela experiência. De acordo com o cardiologista, a medicina oferece medicamentos para revascularizar a área atingida. 
Há também procedimentos e intervenções cirúrgicas, como a angioplastia, que devolve a irrigação através de um cateter que viaja pelos vasos até o coração. Nesta técnica, uma uma espécie de balão inflado alarga as artérias estreitadas e libera a passagem do sangue. Em muitos casos, uma espécie de mola pequena (stent) é colocada para garantir a passagem do sangue e, consequentemente, a irrigação do músculo. 

Já a ponte de safena é usada em casos mais graves, onde várias artérias foram bloqueadas pelas placas de gordura. A taxa de sucesso dessas técnicas chega a 90%. "Evitar um infarto exige cuidados relativamente simples. Se manter longe de fatores de risco, como o tabagismo e o sedentarismo, já é um começo", recomenda o cardiologista. Alimentação balanceada, controle do colesterol e pressão arterial também influenciam. Assim como deve-se procurar alternativas para aliviar o estresse e a tensão. 
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domingo, 19 de agosto de 2012

CORPO E SAÚDE: Mude os hábitos que mais prejudicam a dieta dos brasileiros Diminua o consumo de gorduras e açúcar com alguns ajustes no cardápio


Muitos dos hábitos alimentares dos brasileiros representam uma ameaça à saúde. Segundo o estudo de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2011, promovido pelo Ministério da Saúde, a população brasileira consomegordura saturada e açúcar em excesso: 34,6% não dispensam a carne gordurosa, mais da metade (56,9%) bebe leite integral regularmente e 29,8% dos brasileiros tomam refrigerante no mínimo cinco vezes por semana. 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que esses costumes podem provocar um aumento das taxas de colesterol e triglicérides, que são responsáveis por 18% das doenças cerebrovasculares e 56% das doenças isquêmicas do coração, determinando 4,4 milhões de mortes no mundo por ano. Para ficar longe desses problemas, anote as recomendações de nutricionistas sobre como diminuir o consumo de gorduras e açúcar dos alimentos mais típicos do nosso cardápio.  
  • homem fazendo churrasco - Foto Getty Images
  • duas mulheres bebendo café - Foto Getty Images
  • copo de leite - Foto Getty Images
  • fatias de pão na chapa - Foto Getty Images
  • dois copos de refrigerante - Foto Getty Images
  • feijoada - Foto Getty Images
  • dois copos de caldo de cana - Foto Getty Images
  • mulher comendo salada - Foto Getty Images
 
 
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homem fazendo churrasco - Foto Getty Images
Churrasco mais leve
Quem não gosta do cheirinho de carne na grelha? Muito comum entre os brasileiros, o churrasco pode, sim, ser saudável. "É preciso evitar as carnes com gordura aparente, além de optar por cortes magros, como lagarto e maminha", explica a nutricionista biomolecular Juliana Paz, da BeLight Estar Bem, em Minas Gerais. Já cortes como cupim e fraldinha devem ser evitados, por causa do alto teor de gordura. Também vale a pena investir em carnes brancas, como frango e peixe, que são mais leves e ricas em nutrientes. Lembre-se, porém, de não exagerar nos acompanhamentos - prefira arroz e pães integrais, abuse das saladas e escolha beber sucos. 
duas mulheres bebendo café - Foto Getty Images
Café sem prejuízos
Seja logo de manhã, no meio da tarde ou para receber uma visita, o famoso cafezinho está presente na rotina da maioria dos brasileiros. A bebida pode diminuir os níveis de colesterol, ajuda a tratar problemas no fígado e contribui na prevenção de depressão, Alzheimer e outras doenças. É preciso tomar cuidado, entretanto, com a adição de açúcar à bebida. Além de acrescentar calorias, o consumo excessivo de açúcar refinado pode levar a problemas de saúde como diabetes, elevação do triglicérides, alterações no fígado e hipertensão arterial. 

Para aqueles que não gostam de tomar o café puro, o melhor a fazer é adoçá-lo com produtos à base de sucralose ou stévia, que possuem poucas calorias e apresentam efeitos mínimos à saúde. "A stévia é um produto natural, extraído de uma planta indiana, e não causa alterações na glicemia", explica a nutricionista Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, de São Paulo. 
copo de leite - Foto Getty Images
Leite integral é furada!
É comum algumas pessoas beberem leite integral alegando que ele é mais gostoso e mais encorpado. No entanto, essa versão possui muita gordura e pode aumentar os níveis de colesterol, devendo ser consumida apenas até os dez anos de idade, de acordo com a nutricionista Juliana. "Na verdade, devido ao aumento dos casos de obesidade infantil, esse tipo de leite tem sido cada vez menos usado até mesmo pelo público infantil", explica a profissional. 

Para quem não dispensa um café com leite, fica a recomendação da nutricionista: "Algumas substâncias presentes no café reduzem a absorção do cálcio presente no leite, de forma que o melhor seria consumi-los separados". Caso você não queira abrir mão do café com leite, o ideal é ingerir outras fontes de cálcio - ou mesmo o próprio leite - em outros momentos do dia. 
fatias de pão na chapa - Foto Getty Images
Vai um pão na chapa?
Até mesmo um simples pão na chapa pode apresentar riscos à saúde. Isso porque a manteiga possui gorduras saturadas que, em excesso, podem provocar obesidade e elevação da pressão arterial e do colesterol ruim. "Utilizar pão integral e recheá-lo com queijos magros ou requeijão light são opções para tornar o prato mais magro", diz Juliana Paz. 
dois copos de refrigerante - Foto Getty Images
Alerta para os refrigerantes
Considerado uma caloria vazia, o refrigerante não acrescenta nutrientes importantes à dieta. "Ele possui uma grande quantidade de açúcar refinado, adoçantes sintéticos e aromatizantes que podem levar a problemas articulares, retenção de liquido e aumento de peso", afirma o nutricionista biomolecular Victor Caixeta, da Belight. De acordo com ele, o ideal é tomar sempre sucos naturais, que são ricos em vitaminas essenciais para controlar o peso e manter-se saudável. "Mas evite os sucos industrializados, já que algumas marcas também possuem açúcares e conservantes, além de apresentarem menos nutrientes do que a bebida natural", recomenda.  
feijoada - Foto Getty Images
Feijão na medida
Seja feijão preto, branco, carioca ou de corda, essa delícia está presente em todas as regiões do Brasil. Com altos níveis de proteína e de fibras, o feijão é importante para a construção muscular e tem o poder de controlar o apetite, pois sua digestão é lenta. Segundo a nutricionista Paula, o feijão é muito saudável, mas pode se tornar uma armadilha para a saúde se forem adicionados a ele carnes gordurosas. "Complementos como carne de porco contêm muito sódio e gordura saturada, que são os vilões do colesterol alto e da hipertensão", afirma. Caso você não resista a uma feijoada ou mesmo a um feijão com linguiça, uma forma de equilibrar o prato é acrescentar fibras como verduras e legumes, diminuindo o apetite e a absorção da gordura em excesso. 
dois copos de caldo de cana - Foto Getty Images
Garapa é uma delícia, mas pede atenção
Caldo de cana e melado são iguarias tradicionais do Brasil, feitas com a cana de açúcar. Esses alimentos não passam de açúcar não refinado, que eleva oíndice glicêmico e aumenta o ganho de gordura no corpo. "O consumo deve ser eventual e moderado, já que é uma opção de doce como qualquer outra sobremesa cheia de açúcar", diz Victor Caixeta.  
mulher comendo salada - Foto Getty Images
Coma mais frutas, legumes e verduras
Segundo a pesquisa do Ministério da Saúde, o consumo de frutas e hortaliças no Brasil é baixo - apenas 20,2% dos brasileiros ingerem a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de cinco ou mais porções ao dia. Para facilitar, vale ingerir frutas nos lanches intermediários ou como sobremesa para as refeições, optar pelas frutas desidratadas e secas - que têm menos água e concentram o sabor doce - e incluir os vegetais em sucos ou tortas.

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